Frutas e legumes

Bactérias e vírus da videira

Pin
Send
Share
Send


História

Parece que a videira espontânea ou silvestre é uma planta de origem antiga, até pré-histórica. Sua descoberta, no entanto, pelo homem, remonta à era do Paleolítico e deu origem a várias teorias sobre como poderia ter começado. Uma das teorias mais sugestivas é a que vê os primeiros homens colhendo as bagas das videiras selvagens, imitando os pássaros. O uso de um recipiente para armazenar as bagas e a pressão uma sobre a outra teria feito o suco fluir, produzindo uma espécie de vinho rudimentar, consumido por nossos ancestrais. Acredita-se que a primeira planta tenha sido domesticada na Anatólia ou na região da Transcaucásia há mais de 8000 anos. Os gregos então cultivavam videiras com fileiras baixas que eram exportadas para a Itália em suas colônias; os etruscos sabiam apenas videiras muito altas. Desde então, a videira ainda é uma das culturas mais amadas e valorizadas.


Vírus da videira

A presença de uma infestação viral é particularmente prejudicial para as videiras e se manifesta por uma sintomatologia muito precisa. De fato, a planta pode apresentar danos estruturais, crescendo anormalmente. Mesmo alterações cromáticas dos componentes mais sensíveis da planta são um evidente índice de sua doença. Entre as doenças mais comuns de origem viral, lembramos: aquelas com ondulação complexa e degeneração infecciosa, aquelas com madeira encaracolada e aquelas com ondulação de folhas. Dependendo dos sintomas manifestados, o primeiro tipo assume nomes diferentes: mosaico de cannabis, mosaico amarelo, coloração perinerval. É uma doença infecciosa muito comum em videiras antigas e causada por nematóides. Nove vírus são responsáveis ​​pelo enrolamento das folhas, como o GLRaV, enquanto entre os vírus que causam o enrolamento da madeira, mencionamos o RSP.

Pin
Send
Share
Send